Educação e incentivo à leitura

Valmor Bolan

Professor da Unisa e ex-reitor e dirigente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária pela Organização Universitária Interamericana (OUI), sediada em Montreal, Canadá

Valmor BolanValmor Bolan Doutor em Sociologia Especialista em Gestão Universitária pelo IGLU (Instituto de Gestão e Liderança Interamericano) da OUI (Organização Universitária Interamericana) com sede em Montreal, Canadá Representa o Ensino Superior Particular na Comissão Nacional de Acompanhamento e Controle Social do Programa Universidade para Todos do MEC *** Desde cedo é importante que pais e professores incentivem crianças, adolescentes e jovens á leitura, especialmente de literatura nacional e estrangeira, os famosos "clássicos" da literatura universal. Mesmo hoje com tantas informações disponíveis pela Internet, nada subsistiu os romances, os livros de história e de poesia, enfim, o melhor da ficção e do ensaio literário, que abordam questões das mais diversas, principalmente filosofia e arte. No campo da ficção, principalmente entre os adolescentes, a leitura de romances se faz necessária, para desenvolver a imaginação, e também ter contato com a experiência de autores sobre dramas humanos de todas as épocas, idades e lugares, dando ao leitor uma maior capacidade de compreender os desafios do nosso tempo. Não apenas no campo da imaginação e do conhecimento da realidade, mas também da gramática, da escrita em si, do gosto de ler para ser capaz de fazer uma boa redação. Tudo isso é possível quando o aluno se sente motivado a ler bons livros, em casa e na escola. Esse incentivo não pode ficar restrito apenas aos professores de Língua Portuguesa, Literatura, Gramática e Redação, mas de todas as demais disciplinas escolares, pois há produção literária que abrange todos os temas da vida. Por isso é importante que em casa, os pais comprem, desde cedo, dentro das possibilidades, livros de literatura e arte, para que a criança, o adolescente e o jovem, possam formar uma biblioteca própria, e poder recorrer aos livros quando desejar, pois é muito melhor uma boa leitura, por exemplo, do que a ociosidade, muitas vezes com o tempo não preenchido com atividades saudáveis, ou mesmo o tempo dedicado em demasia em diversões ou ainda em jogos ou nas redes sociais. O aluno pode fazer de tudo um pouco, com equilíbrio, e aprender a dedicar mais tempo à leitura, para o seu melhor desenvolvimento intelectual. Nesse sentido, as escolas devem investir mais na aquisição de livros, em atividades lúdicas que proporcionem aos alunos um maior contato com livros e revistas, ou mesmo aulas extraclasses em bibliotecas, não apenas para leitura de romances e poesia, mas também para fazer pesquisas das mais variadas. É assim que estaremos contribuindo para que o processo educacional seja mais enriquecido, garantindo um melhor desenvolvimento do potencial humano dos alunos.

Rumo a Paris, com o futuro da educação superior na bagagem

Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

Identificação de Riscos Psicossociais NR-01: A Triagem

Júlio Cesar de Castro Ferreira

Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

Os Silêncios Metacognitivos do Psicanalista e do Professor

Ronaldo Mota

Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

Caso o formulário de cadastro não apareça no seu navegador, envie um e-mail para relacionamento@abmes.org.br que ficaremos felizes em atendê-lo.