Livros e internet

Valmor Bolan

Professor da Unisa e ex-reitor e dirigente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária pela Organização Universitária Interamericana (OUI), sediada em Montreal, Canadá

Valmor BolanValmor Bolan Doutor em Sociologia Especialista em Gestão Universitária pelo IGLU (Instituto de Gestão e Liderança Interamericano) da OUI (Organização Universitária Interamericana) com sede em Montreal, Canadá Representa o Ensino Superior Particular na Comissão Nacional de Acompanhamento e Controle Social do Programa Universidade para Todos do MEC *** Nos dias atuais, a maior parte dos alunos prefere ter como base em pesquisas a internet, seja para trabalhos escolares, ou mesmo pesquisas pessoais, sobre diversos assuntos. Com esse avanço tecnológico, a internet vem sendo um alívio para muitos, o que acaba nem sempre sendo o processo mais adequado, na formação do estudante. A internet pode ter grande utilidade, mas como complemento, na aquisição de informações.  Há muitas matérias boas, em sites específicos, mas outras que são colocadas em sites não oficiais, em blogs e até mesmo no Google são superficiais, algumas inclusive com informações imprecisas. A Wikipédia, por exemplo, é uma enciclopédia livre que, algumas vezes, pode trazer dados não confiáveis. Muitas pessoas mudam e remudam histórias e colocam informações que não batem com a verdade dos fatos, mas que muitos acreditam como se fossem dados corretos. E alguns alunos acabam fazendo trabalhos superficiais, por conta dessas imprecisões, inclusive conceituais de temas abordados. Tudo isso leva ao que chamamos hoje, por exemplo, de analfabetismo funcional. Os livros – que já foram abandonados por muitos alunos, há bastante tempo – são fontes mais confiáveis e jamais serão substituídos pelas tecnologias informacionais. Eles têm mais informações, com mais base e estrutura de texto, histórias que, de fato, são verdadeiras, etc. Por isso, devemos apoiar a leitura de livros, que são mais educativos. Mas mesmo assim, a maioria parece preferir mesmo a internet, muitas vezes por preguiça de ler, outras porque o livro exige mais concentração e tempo para estudar. Certamente os que procuram se aprofundar, recorrendo aos livros, têm chances de melhores resultados intelectuais, até em 90% dos que ficam apenas com o que leram na internet. As informações e conteúdos encontrados em livros são, sem dúvida, de melhor qualidade, escritos por grandes autores e pensadores, que, com a capacidade de escrever um livro, atingem um melhor nível de conteúdo, dos mais diversos assuntos. A internet, certamente, traz muita coisa boa, ainda mais hoje com áudios e vídeos no Youtube, palestras e seminários, textos em pdf, etc., mas ainda os livros terão mais impactos e profundidade, e ajudarão muito mais na formação intelectual dos estudantes.

Rumo a Paris, com o futuro da educação superior na bagagem

Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

Identificação de Riscos Psicossociais NR-01: A Triagem

Júlio Cesar de Castro Ferreira

Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

Os Silêncios Metacognitivos do Psicanalista e do Professor

Ronaldo Mota

Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

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