Série: O homem e a água – Na educação ambiental (3 de 5)

Antonio de Oliveira

Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001) antonioliveira2011@live.com Instagram: @prof.antoniooliveira

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001) antonioliveira2011@live.com *** Que não haja praças e ruas sem árvores. Que haja reservas florestais, áreas verdes modelares e funcionais. Que se desperte nas crianças, nos adolescentes e nos adultos, a necessidade real do binômio vegetação/homem. Que haja pelo menos pequenos jardins como fonte de grandes inspirações. Que haja bibliotecas ao ar livre, livros abertos cujas palavras transmitam, numa sinestesia natural, o som do verde e a policromia da vida. Humberto de Campos corrobora essa proposta: “Cada ave, com as asas estendidas, é um livro de duas folhas aberto no céu. Feio crime é roubar ou destruir essa miúda biblioteca de Deus.” Hoje, diríamos, crime hediondo. Que o ser humano se sinta parte da natureza e consciente de que também ele perece onde ela perece: humano e ambiental são inseparáveis. Estimular em cada escola “A Batalha da Área Verde”. Toda área disponível receba cobertura de grama, plantio de flores, arbustos e até de árvores frutíferas ou essências, conforme as dimensões da área. Os muros, na medida do possível, sejam recobertos com hera especial. Incentive-se a criação e dinamização de clubes agrícolas, pomares e viveiros de plantas nas escolas, principalmente nas escolas rurais. Cada indústria crie uma cortina arbórea para proteger as residências próximas dos efeitos da poluição. Preservação das áreas verdes ao longo das bacias hidrográficas. Incentive-se a criação de jardins botânicos, parques florestais, orquidários, minizoos com espécies animais nativas da região, criadas em área livre, aviários, aquários, serpentários. Critérios mínimos para cobertura vegetal devem ser rigorosamente levados em conta para que a preservação da capacidade produtiva dos solos não represente apenas um paliativo. Vale consultar um técnico. Enfim, educação ambiental é para todos. Todos somos corresponsáveis. As gerações futuras agradecerão. Caso contrário, nosso legado será de um caos inabitável.

Rumo a Paris, com o futuro da educação superior na bagagem

Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

Identificação de Riscos Psicossociais NR-01: A Triagem

Júlio Cesar de Castro Ferreira

Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

Os Silêncios Metacognitivos do Psicanalista e do Professor

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Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

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