Rosa Maria Andrade Grillo Beretta* Gerente de Informações e Procuradora Institucional da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPS ***
A Biblioteca Universitária é reconhecida oficialmente em nosso país há mais de 50 anos através de uma resolução do Ministério da Educação - MEC, que prevê que todo curso de graduação deveria ter à sua disposição uma Biblioteca. Durante todos esses anos, foram desenvolvidos acervos, serviços e produtos para atender as demandas do crescimento da produção da informação, da rapidez na divulgação do conhecimento e das mudanças dos formatos de disponibilização das informações técnicas-científicas. As políticas de avaliação do ensino superior foram se aperfeiçoando, principalmente após a aprovação da Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004, conhecida como a Lei do SINAES - Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior, que tem como objetivo traçar um panorama da qualidade das Instituições de Ensino Superior - IES e dos cursos oferecidos. Esse sistema é formado por componentes de avaliação de todas as suas áreas, entre outras a Biblioteca Universitária. Os processos avaliativos do SINAES são compostos pela autoavaliação: desenvolvida pela Comissão Própria de Avaliação - CPA; da avaliação externa: desenvolvida pela Comissão de Avaliadores do INEP/MEC; além dos resultados do ENADE e informações do Censo do Ensino Superior. Cabe aos profissionais gestores destas Bibliotecas o entendimento da dinâmica dessas avaliações, mantendo-se atualizados sobre o assunto e conhecendo os indicadores de qualidade oficiais. É importante também que o gestor bibliotecário entenda que a biblioteca universitária deve posicionar-se como uma área de prestação de serviços e órgão de apoio da IES, ou seja, a Biblioteca não é uma ilha! Contextualizar a Biblioteca é primordial, ou seja, conhecer a organização administrativa e acadêmica da IES conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (1996). O Gestor Bibliotecário deve também conhecer e envolver-se com a CPA e com o Procurador Institucional - PI de sua IES, além de utilizar os resultados dos processos avaliativos para nortear as propostas de melhorias da sua biblioteca. Quando o Gestor e sua equipe desconhecem estes fatores e não se relacionam com as demais áreas de sua IES, o momento da "visita de avaliação in loco" normalmente é visto, por parte dos bibliotecários, como uma ameaça à equipe e o gestor por muitas vezes chega à exaustão e/ou a níveis altos de estresses. Esse posicionamento irá garantir o alcance de bons conceitos da Biblioteca, irá colaborar com o sucesso da IES em que atua e também provocar a valorização e o respeito destes profissionais por parte de seus dirigentes.   * Será palestrante no ENB 2014 – VI Encontro Nacional de Bibliotecários de IES, no dia 25 de setembro de 2014 (www.humus.com.br/eventos/enb)

Rumo a Paris, com o futuro da educação superior na bagagem

Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

Identificação de Riscos Psicossociais NR-01: A Triagem

Júlio Cesar de Castro Ferreira

Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

Os Silêncios Metacognitivos do Psicanalista e do Professor

Ronaldo Mota

Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

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