Desafios educacionais após a aprovação do PNE

Valmor Bolan

Professor da Unisa e ex-reitor e dirigente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária pela Organização Universitária Interamericana (OUI), sediada em Montreal, Canadá

Valmor BolanValmor Bolan Doutor em Sociologia Especialista em Gestão Universitária pelo IGLU (Instituto de Gestão e Liderança Interamericano) da OUI (Organização Universitária Interamericana) com sede em Montreal, Canadá ***
O Plano Nacional de Educação, sancionado nesta semana, estabelece diretrizes para a educação brasileira para os próximos dez anos. Um dos pontos mais discutidos foi o de destinar 10% do PIB para a área educacional, com o objetivo de ampliar recurso público à educação. Vemos assim o empenho do governo em garantir meios de investimento em educação, em todos os níveis. No entanto, não é apenas de recursos financeiros que precisamos, mas também de projeto educacional, de proposta, de investimento na formação e capacitação dos professores e demais profissionais do sistema de ensino brasileiro. Profissionais preparados para os desafios de hoje, que saibam recorrer às metodologias adequadas para que nossas crianças, adolescentes e jovens estejam em condições de encontrar seu devido espaço no mercado de trabalho e também que tenham um sentido de vida capaz de fazer com que se realizem como pessoas. Sabemos que tais desafios não são fáceis, mas precisamos trabalhar para chegarmos a níveis de educação que realmente atendam a tais exigências, com a qualidade requerida em um país continental como o Brasil. Da mesma forma, não adianta o governo determinar por lei o ensino integral desde o ensino fundamental, se o foco não estiver também no investimento constante na formação e qualificação dos professores e demais profissionais. Cabe ressaltar ainda que esta formação não deve ser de doutrinação ideológica, como já vem ocorrendo, o que vemos, por exemplo, em muitas apostilas e livros didáticos, com a pretensão de reescrever a história do Brasil, com enfoque socialista, segundo o pensamento de um único partido. É preciso que prevaleça a diversidade do pensamento, a pluralidade, para garantir a liberdade no exercício da cidadania. Por isso, temos que estar atentos quanto ao risco do governo de fazer das escolas espaços de doutrinação ideológica, a exemplo do que já acontece em muitos estabelecimentos de ensino, pelo país afora. A educação deve contemplar todas as formas de pensamento, sem se tornar refém de apenas uma ideologia. Daí que destacamos como positivos os esforços do Congresso Nacional em ter conseguido concluir a discussão e votação do Plano Nacional de Educação, e esperamos que nestes próximos dez anos ele seja instrumento da promoção de uma educação cada vez melhor, em todos os sentidos. E que seja ele colocado em prática. Que não fique somente nas boas intenções, como já ocorrera com outros PNEs.

27/06/2014

Maria Carmen Tavares Christóvão

O Plano Nacional de Educação foi aprovado pela Presidente da da República.Formulado através de um processo participativo que envolve a sociedade civil, governo e congresso, os conjuntos de Plano diretrizes, metas e prioridades a serem implementadas até o final da década. Sua instalações e propostas estão em sintonia com a Educação para Todos metas do Mundo.Cabe, portanto, a cada um de nós contribuir para a implementação cobrando do governo as medidas necessárias. E que não nos falte criatividade para promover iniciativas que auxiliem no atingimento das metas.

Rumo a Paris, com o futuro da educação superior na bagagem

Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

Identificação de Riscos Psicossociais NR-01: A Triagem

Júlio Cesar de Castro Ferreira

Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

Os Silêncios Metacognitivos do Psicanalista e do Professor

Ronaldo Mota

Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

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