Paulo CardimPaulo Cardim Reitor da Belas Artes e Diretor-Presidente da Febasp Membro do Conselho da Presidência da ABMES Blog da Reitoria, publicado em 27 de janeiro de 2014 ***

“Ensinar exige rigorosidade metódica” (Paulo Freire) “Avaliar também” (Paulo Cardim)

Na reforma ministerial anunciada para o início de fevereiro, a mídia tem divulgado que a presidente Dilma Roussef vai transferir o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, para a Casa Civil e o atual secretário executivo do MEC, José Henrique Paim, deverá ser o novo ministro da Educação. O ministro Mercadante, em suas novas funções, segundo as notícias dos últimos dias, será uma espécie de “primeiro ministro”, com funções amplas de coordenação política e administrativa. O economista Aloizio Mercadante é professor licenciado da PUC-SP e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), tendo substituído o ex-ministro Haddad quando este saiu candidato a prefeito de São Paulo. O professor José Henrique Paim, da área das ciências econômicas, é vinculado ao quadro docente do Centro Universitário La Salle, de Canoas (RS). Atua no Ministério da Educação desde a gestão Tarso Genro, destacando-se por sua sobriedade e dedicação às suas atividades. Os economistas Aloizio Mercadante e José Henrique Paim são profissionais com atuação no magistério de instituições públicas e privadas e respeitada militância no Partido dos Trabalhadores (PT). O ministro Aloizio Mercadante tem condições pessoais, profissionais e políticas de assumir, com êxito, suas novas funções à frente da Casa Civil da Presidência da República. O secretário executivo José Henrique Paim, por outro lado, está apto a exercer as funções de ministro da Educação, especialmente, por conhecer, como poucos, as entranhas desse ministério, onde atua, a cerca de dez anos, em múltiplas atividades, incluindo as de ministro interino, por diversas vezes. O que nós, da livre iniciativa na área da educação superior, esperamos é que esses dois professores, à frente dessas funções de importância vital para os destinos de nosso país, possam dedicar, com afinco, mais atenção e vontade política para PRIORIZAR A EDUCAÇÃO em suas ações e ter a livre iniciativa como parceira no processo de desenvolvimento educacional. Nunca é demais lembrar que as instituições mantidas pela livre iniciativa respondem por 75% do alunado dos cursos superiores, formando milhões de profissionais em todas as áreas de conhecimento, responsáveis pelo desenvolvimento socioeconômico do País. Torcemos pelas confirmações dos nomes dos professores Aloizio Mercadante e José Henrique Paim e antecipadamente desejamos pleno êxito em suas futuras funções no governo da presidente Dilma Roussef e que possam RECONHECER E VALORIZAR de fato e de direito, a importância da livre iniciativa no cenário educacional brasileiro.

Rumo a Paris, com o futuro da educação superior na bagagem

Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

Identificação de Riscos Psicossociais NR-01: A Triagem

Júlio Cesar de Castro Ferreira

Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

Os Silêncios Metacognitivos do Psicanalista e do Professor

Ronaldo Mota

Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

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