7 de setembro

Valmor Bolan

Professor da Unisa e ex-reitor e dirigente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária pela Organização Universitária Interamericana (OUI), sediada em Montreal, Canadá

Valmor Bolan Doutor em Sociologia e Presidente da Conap/Mec (Comissão Nacional de Acompanhamento e Controle Social do ProUni) ***
O dia 7 de setembro deveria ser melhor comemorado, e o significado simbólico desta data nos leva a pensar sempre da necessidade que temos de trabalhar e lutar pela real independência do Brasil, e hoje isso quer dizer seu verdadeiro desenvolvimento. Todas as iniciativas dos governos (municipais, estaduais e federal) que rumam nesse sentido valorizam o propósito original do 7 de setembro. O grito do Ipiranga não foi apenas um ato de retórica, mas expressão de um povo que desejava a soberania nacional, e otimizar seus recursos e talentos para o progresso do País, sem entraves que inibissem tal desenvolvimento. Por isso que deveríamos aproveitar a data da proclamação da Independência do Brasil para refletir, ampliar a discussão e propor ações que visassem garantir o efetivo desenvolvimento, para não ficarmos somente com desfiles e marchas.   Muita gente pensa que comemorar o 7 de setembro é coisa do passado, apenas uma efeméride e nada mais. Mas esta data deveria ser muito mais valorizada nas escolas, com trabalho entre os estudantes, propondo debates  discussões sobre o Brasil, seus problemas e desafios, e como podemos superá-los com projetos à altura do nosso potencial. Tudo isso faz parte da consciência cidadã que a data suscita, por isso devemos sempre valorizá-la. nas escolas principalmente devemos motivar os alunos a conhecer melhor a história do Brasil, a entendê-la, e a estudar e trabalhar para ajudar a construir uma história melhor. Para desenvolver, o Brasil precisa dar um salto qualitativo. Não são bolsas-famílias - embora úteis pontualmente-e outras medidas paliativas como estas que vão garantir o progresso. Mas investimentos sérios, principalmente em Educação, na formação dos nossos jovens, formação técnica e humana. E para isso, não pode haver apenas ações do poder público, mas a participação viva da sociedade civil, pois é a sociedade quem deve ser coparticipante do processo. Hoje, há muitas ONGs, entidades, pessoas voluntárias e instituições, com projetos, pesquisas, realizações, em todos os campos, buscando o melhor. Nesse trabalho de conjunto é possível a somatória de esforços para construir o Brasil que sonhamos, onde justiça e liberdade sejam uma realidade permanente, e onde os recursos e talentos sejam realmente bem aproveitados para o bem de todos. Daí o sentido do 7 de setembro, data cívica magna, para que possamos a cada no pensar no futuro do Brasil, no nosso presente, no que estamos fazendo hoje, para garantir o bem de amanhã.

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Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

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Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

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Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

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