Prof. Domingo Hernández Peña Escritor, professor de Turismo, Honoris Causa pela Anhembi Morumbi, e consultor de Comunicação ***
Leio, escuto e observo tudo quanto sobre Ensino encontro nos caminhos do viver cotidiano. E se tiver que resumir o que percebo teria que dizer duas coisas: os que ensinam não estão satisfeitos, na sua maioria, nem com o trato que recebem nem com os salários que cobram; e o “negócio” de ensinar tornou-se uma coisa complicada, carregada de normas, modelos, literaturas, estatísticas, garantias, direitos, obrigações, técnicas, custos, concorrências, campanhas, debates, interferências, atualizações... As queixas pessoais sobre o desprestigio e a pouca remuneração são de caráter generalizado. As prioridades do setor são de caráter econômico, quando não meramente mercantil, “dimensional”, quase sempre... Ninguém fala da satisfação de ensinar nem da honra de ser quem ensina... Se quem ensina não se sente satisfeito e honrado ensinando, de onde poderiam vir o melhor trato e a maior remuneração? Cairiam do céu? E se o setor só fala do quanto, e não do por que e para quê, por que deveria ganhar mais, com mais apoios e mais facilidades? Não há professor, por mais humilde que ele seja ou queira ser, que não possa falar de mil histórias de redenção: de alunos, com nomes e sobrenomes, que venceram a ignorância; que foram e são exemplos de civismo; que superaram todas as dificuldades e injustiças de um país desigual; que encontraram e promoveram o êxito... Não há setor, como o Setor do Ensino, que possa dizer e demonstrar que o Brasil moderno é impossível sem ele... Por que não sentir satisfação, e até orgulho, das histórias verdadeiras acontecidas com afeto, sacrifício, paciência e compreensão? Por que, no caso do Setor, gastar tantos recursos em marketing e esforços vazios, quando é possível oferecer à sociedade a única salvação – a de um País melhor, por mais preparado, e por isso mesmo mais igual e mais justo? Quando o Ensino Superior Particular insiste, uma e outra vez, em divulgar o seu “tamanho”, e só o seu tamanho, não está dizendo praticamente nada, ou, pior ainda, está deixando no ar a ideia equivocada do simples crescer por crescer. Por isso (é bom que se saiba) a sua imagem não é exatamente boa em muitos aspectos. Para ter a imagem que merece e necessita deveria corrigir o seu obsessivo e precário discurso, mostrando com lealdade e transparência o seu verdadeiro valor, que é de conteúdo, qualidade, necessidade, oportunidade e alternativa, em vez da sua vertiginosa e desconcertante estatística. Como seria o Brasil sem o atual Ensino Superior Particular? O que é que, com exatidão, o Ensino Superior Particular resolve, pode resolver, e já resolveu em boa medida? Por que há no País tanto Ensino Superior Particular? Deveria haver mais? Por quê? Para quê? Onde?

Rumo a Paris, com o futuro da educação superior na bagagem

Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

Identificação de Riscos Psicossociais NR-01: A Triagem

Júlio Cesar de Castro Ferreira

Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

Os Silêncios Metacognitivos do Psicanalista e do Professor

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Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

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