Despedida do trema

Antonio de Oliveira

Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001) antonioliveira2011@live.com Instagram: @prof.antoniooliveira

Antônio de Oliveira Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001) antonioliveira2011@live.com ***
A letra “u” deixou de atrair o trema. De tanto tremer em cima do u que se pronuncia nas sílabas gue, gui, que e qui, o trema foi eliminado pela atual reforma ortográfica. Delinquencia de linguistas grandiloquentes. Afinal, como é que se vai ler: delinquência de linguistas grandiloquentes ou delinqüência de lingüistas grandiloqüentes, aguentar ou agüentar, com trema, como era antes? Só aguentando... Dois pontos, agora, só na vertical, ainda com o nome de dois-pontos. O trema foi despedido, mas salvo pelos alemães, que o mantêm no seu idioma como bons guardiões da ortografia. Mas que o trema fez história, fez. E história de utilidade. Nossos editores de textos programados ainda com o trema insistem em fazê-lo pular sobre o “u”. É o que restou. Espólio do trema. Trema, nunca mais... Não trema nunca mais... Há mais tempo, em 1971, fizeram desaparecer também o acento diferencial. Mas que existe diferença entre sede e sêde, como era, existe. Nesses casos, creio que a expulsão desses sinais se deu mais pela incompetência ao fazer uso deles do que pela sua notória utilidade, na prática. Mas manda quem pode e acha que entende do assunto... Obedece quem tem juízo, senão fica que nem ovo sobrando de dúzia. Fica por fora do politicamente correto e é reprovado nos concursos. Mas que o trema faz falta, faz. “Sim, porque a orthographia também é gente. A palavra é completa vista e ouvida. E a gala da transliteração greco-romana veste-m’a do seu vero manto régio, pela qual é senhora e rainha.” Essas palavras, escreveu-as, desassossegadamente, Fernando Pessoa. Na interpretação de Saramago, Pessoa estaria hoje contra o acordo ortográfico... Como muita gente, aliás. Entre prós e contras, manda quem pode, obedece quem tem juízo.

Rumo a Paris, com o futuro da educação superior na bagagem

Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

Identificação de Riscos Psicossociais NR-01: A Triagem

Júlio Cesar de Castro Ferreira

Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

Os Silêncios Metacognitivos do Psicanalista e do Professor

Ronaldo Mota

Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

Caso o formulário de cadastro não apareça no seu navegador, envie um e-mail para relacionamento@abmes.org.br que ficaremos felizes em atendê-lo.