A Copa pós-eleição (ainda bem)

Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

Tradicionalmente, a cada quatro anos, a Copa do Mundo praticamente faz parar o Brasil durante um mês. Por uma infeliz coincidência, o evento ocorre no meio do ano, em período de campanha eleitoral nacional. Acaba, muitas vezes, tirando o foco dos debates de ideias e propostas, entorpecendo a população na torcida. Este ano, a disputa ocorrerá após o término das eleições, uma boa oportunidade para focarmos no que realmente importa: o futuro do país.

Como o “país do futebol”, o Brasil tem o mau costume de priorizar o esporte sobre muitas coisas, como a política. Todo ano de Copa é o mesmo cenário: as ruas e casas são pintadas de verde e amarelo, todo mundo se volta para a competição, e esquece que há uma disputa de extrema relevância em andamento fora dos campos. E não apenas nas eleições, mas no cenário político de um modo geral. É nesse período que, muitas vezes, aproveita-se para “passar boiadas” nas câmaras federais, estaduais e municipais, enquanto as atenções estão direcionadas ao entretenimento.

Essa perspectiva reforça a importância da educação política e de acompanhar os desdobramentos das ações dos representantes do povo. Políticos são, acima de tudo, servidores da sociedade, eleitos para atuar de acordo com a vontade de quem os colocou em suas posições. Acontece que muito fazem da atividade política apenas um meio de vida e de enriquecimento (por vezes enveredando pela ilicitude), relegando suas tarefas na construção de um país melhor para todos a segundo plano. E a sociedade tem que se revestir dos cuidados adequados para não deixar que isso aconteça. A velha política de pão e circo não se sustenta mais, deve ser sumariamente negada e dar lugar a uma política de vida e progresso.

Em um país em que milhões amargam decisões erradas tomadas por governantes em diversas esferas, a eleição é um momento de extrema relevância. É a hora de definir os rumos do país e deve ser utilizada para colocar nos cargos públicos pessoas sinceramente dedicadas ao bem-estar comum. Torcidas e paixões devem ser deixadas para o futebol, que terá seu momento máximo pouco após o pleito, e dessa vez não dividirá atenções. Uma ótima oportunidade para evitar a distração e focar no que realmente importa: escolher bem.

Rumo a Paris, com o futuro da educação superior na bagagem

Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

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Júlio Cesar de Castro Ferreira

Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

Os Silêncios Metacognitivos do Psicanalista e do Professor

Ronaldo Mota

Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

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