Aperfeiçoar-se é sobreviver

Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

A Kodak, gigante mundial do mercado fotográfico, não soube acompanhar as evoluções do setor, especialmente com a fotografia digital, e acabou declarando falência em 2013. A atitude – ou a falta dela – da empresa, de ignorar inovações, ficou conhecida como a “síndrome da Kodak”. Muitas empresas e mesmo profissionais, ainda hoje, insistem em não investir no aperfeiçoamento e acabam perdendo espaço ou mesmo desaparecendo. Em um mundo de transformação constante. buscar o aperfeiçoamento é sobreviver.

Após a revolução digital, não há mais espaço para permanecer estagnado. É preciso estar em constante melhoria. A rapidez com que as coisas mudam diariamente exige cada vez mais de profissionais e corporações. Imagine que a Kodak tinha mais de 100 anos de atividades e sucesso pleno, com faturamento de bilhões e domínio do mercado de fotografias, mas, por uma decisão errada, perdeu todo seu espaço. É até difícil acreditar que foi na empresa que surgiu o primeiro modelo de câmera digital. A alta gestão, no entanto, não quis investir na ideia por pensar que ela acabaria com os tradicionais filmes – o que, de fato, aconteceu.

Trazendo a reflexão para a carreia profissional, aqueles que buscam por novos conhecimentos e os colocam em prática sempre se destacam em meio aos demais. Além disso, empresas e organizações buscam por profissionais bem qualificados e capazes de lidar com grandes desafios. Por exemplo, buscar fazer uma nova formação e se especializar, realizar cursos de atualização e estar sempre estudando é indicado para qualquer profissional e demonstra seu interesse em empreender em si mesmo, na sua carreira e em seu potencial.

No caso da Kodak, depois da concordata, a empresa conseguiu investimentos e se reergueu, ressurgindo das cinzas ao dar, finalmente, a necessária guinada para uma direção promissora. E todas as empresas e os profissionais deveriam aprender com a Kodak, para que não precisem chegar a um estágio tão negativo quanto ela. Manter-se atualizado e saber aproveitar tendências é o que garante perenidade e sustentabilidade a marcar e carreiras.

Rumo a Paris, com o futuro da educação superior na bagagem

Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

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Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

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Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

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