Influenciadores digitais

Valmor Bolan

Professor da Unisa e ex-reitor e dirigente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária pela Organização Universitária Interamericana (OUI), sediada em Montreal, Canadá

Valmor BolanValmor Bolan Professor da Unisa e ex-Reitor Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária pela Organização Universitária Interamericana (OUI), sediada em Montreal, Canadá *** As redes sociais abriram espaço para todas as opiniões, pois todos tem opinião sobre tudo, e ainda mais no YouYube, a febre agora é gravar vídeos para dar opiniões diárias sobre todos os acontecimentos. E muitas vezes o que vira é aquela "fofocagem desgraçada", mencionada pelo ex-ministro Santos Cruz. Todos se tornaram especialistas dos temas mais controversos, e no afã de buscar visualizações, todos pedem para dar joinha, clicar em notificações, etc., buscando fama rápida e até monetização. E então pululam, aqui e ali, opiniões de toda sorte, que acabam espalhando rapidamente por todo o mundo, informações que nem sempre condizem com a realidade dos fatos, muitas vezes fake news ou mesmo dados apressados e descontextualizados, que as pessoas acabam compartilhando sem checa-los. E é assim que as informações têm sido disseminadas pela internet, alcançando pessoas de todas as idades. Todos querem ser influenciadores digitais, e poucos são aqueles que dizem não ter conhecimento suficiente de determinado assunto para opinar, e dão a sua opinião, o que acham disso e daquilo, e assim tem sido nos nossos dias. Qual o efeito disso, a médio e longo prazo? Não sabemos. Teses bizarras emergem em vários canais, aplaudidas por inscritos, apoiadas por comentários, etc. É assim que tem feito sucesso vídeos apocalípticos, questionamentos a tudo, desde a chegada do homem à Lua (que completa 50 anos agora neste mês), ou ainda que Hitler não se matou, mas fugiu para a Argentina, a defesa do terraplanismo, que os dinossauros serão recriados pela manipulação genética e por aí afora. O que precisamos, nesse momento, é de discernimento. É possível que muita informação nova até tenha procedência, que a História tenha sido contada de um jeito, omitidos dados,  mas é preciso que saibamos checar as informações, ver as fontes, a bibliografia, o que dizem os estudos acadêmicos sobre tudo isso para não sair divulgando bizarrices. Há um aspecto positivo que é a proliferação de informações, pdfs, vídeos, documentários, mas tudo isso precisa passar por um crivo de credibilidade e de factibilidade, antes de sairmos compartilhando essa ou aquela opinião. É certo que o conhecimento poderá se enriquecer de informações novas e redescobertas feitas, mas com cautela, prudência, discernimento. É assim que conseguiremos aproveitar o que há de positivo nesse fenômeno atual e deixando de lado o que não tem fundamentação. A hora exige de nós capacidade de ponderação, e isso é um primeiro passo para a sabedoria.

Rumo a Paris, com o futuro da educação superior na bagagem

Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

Identificação de Riscos Psicossociais NR-01: A Triagem

Júlio Cesar de Castro Ferreira

Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

Os Silêncios Metacognitivos do Psicanalista e do Professor

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Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

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