Prevenção contra o suicídio

Valmor Bolan

Professor da Unisa e ex-reitor e dirigente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária pela Organização Universitária Interamericana (OUI), sediada em Montreal, Canadá

Valmor BolanValmor Bolan Professor da Unisa e ex-Reitor Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária pela Organização Universitária Interamericana (OUI), sediada em Montreal, Canadá *** A crise do sentido da vida agrava-se quando crescem os números de suicídios no mundo, especialmente entre jovens . “É um fenômeno complexo, multifacetado e de múltiplas determinações, que pode afetar indivíduos de diferentes origens, classes sociais, idades, orientações sexuais e identidades de gênero. Mas o suicídio pode ser prevenido! Saber reconhecer os sinais de alerta em si mesmo ou em alguém próximo a você pode ser o primeiro e mais importante passo. Por isso, fique atento (a) se a pessoa demonstra comportamento suicida e procure ajudá-la", afirma o Ministério da Saúde, em seu site, apresentando iniciativas preventivas, com base em quatro ações: conversa acompanhamento, busca de ajuda profissional e proteção. Existem espaços e serviços de apoio oferecidos pelo Ministério da Saúde, nesse sentido, como o CAPS e Unidades Básicas de Saúde (Saúde da Família, Postos e Centros de Saúde, UPA 24h, SAMU 192, Pronto Socorro e hospitais). Há ainda o Centro de Valorização da Vida (com a ligação gratuita 188), que podem ser feitas de qualquer telefone fixo ou celular. E também por email ou skype pelo site www.cvv.org.br. Mas é a partir de casa, em família, que precisamos estar vigilantes, quando sintomas de isolamento e depressão, podem levar a crises agudas, que requerem uma atenção especial. As igrejas também devem estar mais envolvidas, auxiliando os que precisam de ajuda. É dever humano nosso prestar atenção às pessoas que passam por dificuldades e, por razões diversas, ficam abaladas emocionalmente ou psicologicamente, e precisam de apoio. As crises pessoais passam se tiverem a ajuda necessária. A crise se agrava quando a pessoa não tem com quem conversar a quem recorrer, e sozinha resolve agir intempestivamente. Por isso, os serviços sociais prestados pelo Ministério da Saúde e também pelo ministério da mulher, Família e Direitos Humanos são importantes, precisam ser divulgados, para que haja proteção às pessoas fragilizadas. A vida precisa ser sempre valorizada, em toda e qualquer circunstância, especialmente em situações de vulnerabilidade. Daí a importância de todas as iniciativas que visam amparar a pessoa, e o trabalho de prevenção ao suicídio se faz necessário, e deve ser sempre apoiado e valorizado.

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Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

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