Perspectivas para o ano novo

Valmor Bolan

Professor da Unisa e ex-reitor e dirigente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária pela Organização Universitária Interamericana (OUI), sediada em Montreal, Canadá

Valmor BolanValmor Bolan Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária Representa o Ensino Superior Particular na Comissão Nacional de Acompanhamento e Controle Social do Programa Universidade para Todos do MEC *** O Ano Novo começa com boas perspectivas, não apenas pelo início de um novo governo, legitimamente constituído, mas também porque a população brasileira está mais otimista sobre o futuro. Apesar da impopularidade e estar em meio a processos, o presidente Michel Temer conseguiu um melhor resultado na economia, de quando começou o seu governo, com uma ligeira queda na taxa de desemprego, diminuição sensível da inflação e dos juros etc... Mas ainda falta muito que fazer, e espera-se que o presidente Jair Bolsonaro consiga fazer as reformas necessárias, principalmente a reforma da Previdência, pois tem capital político para isso. Mas irá precisar agir rápido, logo nos primeiros meses, para não perder o apoio e viabilizar as medidas, com o Congresso Nacional, para o crescimento econômico e, com isso, o desenvolvimento do País. Há, portanto uma expectativa de que teremos um primeiro semestre de 2019 bastante intensos, pois há muitos encaminhamentos que devem ser feitos ao legislativo brasileiro, para realizar as mudanças que o Brasil precisa. O maior desafio para o próximo ano será o da geração de empregos, pois a questão do trabalho é fundamental. A nossa economia precisa crescer, e o governo deve conseguir a confiabilidade do mercado para que haja maiores investimentos e oportunidades de trabalho para todos. A segurança também é outro desafio, pois foi um dos principais temas da campanha eleitoral. Por isso que o presidente Jair Bolsonaro confiou o Superministério da Justiça, ao juiz federal Sérgio Moro, sinalizando assim a disposição de ações eficazes no enfrentamento da violência no País, que infelizmente tem ceifado vidas, principalmente nos grandes centros urbanos. É preciso combater o crime organizado, para isso o novo governo deve se empenhar, com os esforços de todos. No campo da Educação também esperamos que haja investimentos na melhor formação dos profissionais em Educação, e em equipamentos que possam melhorar as condições de ensino em nosso País e, sobretudo, uma utilização mais racional e profissional dos abundantes recursos financeiros existentes. Não devemos ficar apenas em debates ideológicos, mas é necessário entender o tamanho continental do Brasil, e os enormes desafios para que possamos conquistar melhores índices no ranking mundial de Educação.  O ano começa, portanto, com as perspectivas de muitos desafios pela frente, e uma maior disposição para que o Brasil possa avançar e progredir. É o que desejamos: um ano próspero para todos.

Rumo a Paris, com o futuro da educação superior na bagagem

Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

Identificação de Riscos Psicossociais NR-01: A Triagem

Júlio Cesar de Castro Ferreira

Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

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Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

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