Meta zero

Antonio de Oliveira

Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001) antonioliveira2011@live.com Instagram: @prof.antoniooliveira

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001) antonioliveira2011@live.com *** Ocorrem inúmeros assaltos e acidentes de trânsito no Brasil, variando sua incidência de lugar para lugar. Variam, também, de acordo com a época do ano: carnaval, semana santa, Natal, fim de ano... Acidentes de trânsito ocorrem assim, principalmente, durante os feriados prolongados. Nos dias seguintes, divulga-se a estatística. Se morreu uma pessoa a menos, na mesma época, do que no ano anterior, considera-se notícia boa, positiva. Da mesma forma, com relação aos assaltos. Não é o caso de contestar as estatísticas, tampouco de ser visionário. Mas entendo que, na análise dos dados, a perspectiva, mesmo que seja utópica, deveria ser esta. Partindo da premissa de que o Brasil poderia ser melhor, bem melhor. “Ah, meu Deus! Eu sei, eu sei que a vida devia ser bem melhor e será”, cantou Gonzaguinha que, por sinal, morreu num acidente de trânsito. Como melhor? Estabelecendo-se meta zero. Intolerância zero para a criminalidade, zero para acidentes de trânsito. Pelo menos, nesses dois itens mais transparentes. Algum brasileiro já deve ter visto estes dizeres em inglês, em placas de rodovia, por exemplo, no Canadá: “It is the law: zero tolerance”. O ideal seria tolerância zero também para a corrupção, como em alguns países. Intolerância também se corrige não apenas punindo crimes hediondos, mas também com medidas pacificadoras: no trânsito, no trabalho, na padaria, na escola, nos bares, nas ruas, no Facebook, no WhatsApp, no Twitter, no campo de futebol, no pronto-atendimento. Com a família. Com desconhecidos. Com quem pensa diferente. Com quem torce por outro time. Com quem... Que tal, sempre que possível, externar um bom-dia? A exemplo de Francisco de Assis, irmanar-se também com a natureza, com a Irmã Lua, com o Irmão Vento. Diferentemente dos humanos, os animais selvagens não fabricam armas, não inventam instrumentos de tortura, não criam métodos de tortura psicológica, não armam alçapões. Nem constroem arapucas...

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Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

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Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

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Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

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