Valorizar os feriados nacionais é educar para os valores cívicos pátrios

Valmor Bolan

Professor da Unisa e ex-reitor e dirigente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária pela Organização Universitária Interamericana (OUI), sediada em Montreal, Canadá

Valmor BolanValmor Bolan Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária Representa o Ensino Superior Particular na Comissão Nacional de Acompanhamento e Controle Social do Programa Universidade para Todos do MEC *** A cada ano temos a impressão de que menos interesse há pelo significado dos feriados cívicos, que passam simplesmente despercebidos. Parece que perderam o seu sentido, pouco tem a dizer para as pessoas, que não se sentem motivadas a celebrar as efemérides pátrias. Os feriados acabam se tornando apenas dias de descanso, de lazer, de consumo, e nada mais. O mesmo acontece com os feriados religiosos, não na mesma proporção, porque as celebrações e eventos (missas, procissões, festas) ajudam a avivar as datas do calendário religioso. Mas, em se tratando de feriados cívicos, se tem a impressão de que não há nada a comemorar, e as datas passam em branco. Agora mesmo, o dia “21 de abril” foi instituído por causa de Tiradentes, e celebra-se também a inauguração de Brasília. Mas isso diz muito pouco, na vida prática das pessoas. Muitos realmente ignoram. O feriado acaba sendo mesmo um dia de pausa do trabalho. E as pessoas que se sentem sobrecarregadas, aproveitam para descansar, colocar as coisas em ordem, sair, se divertir, fazer alguma visita, ir a um happy hour. Isso tudo mostra o quanto perdemos de sentimento cívico. E torna a sociedade mais empobrecida culturalmente, pois os feriados tinham o propósito de ligar as pessoas por sentimentos nobres, a valores que reforçavam a vida em comunidade, a fazer as pessoas saírem de suas próprias preocupações, para se voltarem ao bem comum. Por isso vemos a cada dia perder o sentido do patriotismo, numa época em que há tanta degradação moral na política, etc. Os feriados cívicos e religiosos deveriam ser cultivados, a começar em casa, na escola, no trabalho, nos ambientes sociais, pois possuem uma função pedagógica que precisa ser redescoberta. É importante conhecer a nossa história, os feitos heroicos da nossa gente, do nosso povo, e valorizar o nosso passado, que nos ensina muito. Cultivar em nossas crianças, desde cedo, os valores nobres de altruísmo, de amor ao próximo, de amor pela Pátria, de amor a Deus, tudo isso para educarmos uma nova geração com princípios e valores humanos. É assim que criamos uma consciência cívica, com a ética do bem comum. Por isso cada feriado deveria nos levar a refletir sobre o significado da nossa história, das lições que nos deixam daquilo que é positivo e construtivo em nossa vida, para que não seja apenas um dia de descanso, lazer e consumo.

Rumo a Paris, com o futuro da educação superior na bagagem

Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

Identificação de Riscos Psicossociais NR-01: A Triagem

Júlio Cesar de Castro Ferreira

Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

Os Silêncios Metacognitivos do Psicanalista e do Professor

Ronaldo Mota

Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

Caso o formulário de cadastro não apareça no seu navegador, envie um e-mail para relacionamento@abmes.org.br que ficaremos felizes em atendê-lo.