Nova epidemia de H1N1

Valmor Bolan

Professor da Unisa e ex-reitor e dirigente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária pela Organização Universitária Interamericana (OUI), sediada em Montreal, Canadá

Valmor BolanValmor Bolan Doutor em Sociologia Especialista em Gestão Universitária pelo IGLU (Instituto de Gestão e Liderança Interamericano) da OUI (Organização Universitária Interamericana) com sede em Montreal, Canadá Representa o Ensino Superior Particular na Comissão Nacional de Acompanhamento e Controle Social do Programa Universidade para Todos do MEC *** O Brasil está com nova epidemia da gripe H1N1, atingindo, principalmente, o estado de São Paulo, que registrou 77% das mortes ocorridas em decorrência do surto, que já vitimou até o momento 71 pessoas, o dobro em relação ao ano passado. A situação requer cuidados especiais e muita atenção, especialmente para evitar aglomerações de pessoas e circunstâncias que favoreçam o contato que possa propiciar a transmissão do vírus. Nesse sentido, recomenda-se a higienização das mãos,  com água corrente, sabonete, álcool ou gel, entre tantas outras medidas que ajudam a conter a expansão do vírus. A influenza suína (ou gripe suína) é uma doença respiratória dos porcos, ocasionada pelo vírus de influenza do tipo A. Tal vírus pode ser transmitido de pessoa a pessoa, através, por exemplo, de uma tosse ou espirros de quem já está com a doença. Também pode acontecer da pessoa se infectar no contato com algum objeto contaminado, depois levar a mão na boca, por isso que a recomendação dos médicos e especialistas é justamente no sentido do asseio físico, especialmente lavar bem as mãos, principalmente antes das refeições. Esses cuidados simples e básicos são muito importantes como prevenção. Outras recomendações são: comer alimentos saudáveis e nutritivos e beber bastante líquidos; cobrir o rosto quando tossir, com um lenço ou papel, não se esquecendo de jogar no lixo depois; lavar as mãos com sabonete, álcool ou gel, evitando colocá-las nos olhos, no nariz ou boca; evitar contato com pessoas doentes, por isso, em caso de infecção, recomenda-se não sair, e se tratar em casa. De qualquer forma, em caso de contrair a doença, é preciso procurar um médico, para os cuidados que se fazem necessários. Nesse sentido, é preciso se informar e estar vigilante, para buscar se prevenir da melhor maneira possível. Esperamos que o surto do H1N1 seja bem passageiro, porque o País já está acometido por outras pragas (zica vírus, dengue, chikungunya, etc.), e por aí afora. Temos que estarmos atentos, rezar para que possamos estar livres o quanto antes dessas pragas. Já não chega a crise política, econômica, e tudo mais.

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Janguiê Diniz

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação - Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

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Psicoterapeuta Clínico, especializado em Neuropsicologia, TCC e Psicanálise. Analista Sênior de Treinamento e Desenvolvimento, especializado em Inteligência Emocional e Soft Skills.

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Diretor-Secretário da Academia Brasileira de Educação e Professor Titular de Física aposentado da Universidade Federal de Santa Maria

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